• Karolina Vieira

Câncer de pele pode produzir metástase para pulmão, fígado e cérebro

Atualizado: 9 de Dez de 2020

Sociedade Brasileira de Dermatologia afirma que exames diagnósticos tiveram queda de 48%, mostrando que as pessoas estão deixando de buscar especialistas em função da pandemia


Com altíssima chance de cura e baixa letalidade, o câncer de pele é o tumor maligno que mais acomete a população brasileira. A cada ano são cerca de 180 mil casos, mas segundo um levantamento divulgado pela Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD), a quantidade de exames para detectar câncer de pele caiu 48% em 2020 em relação ao ano passado, isso pode comprometer o diagnóstico precoce e complicar o tratamento. “Um estudo recente mostrou que a média de demora para buscar atendimento médico por uma lesão de pele suspeita é de sete meses”, explica a médica oncologista Danielle Laperche.


Dentre os subtipos do câncer de pele, a maioria é possível curar a doença com ressecção da lesão. “Por sorte é uma doença mais rara, mas o melanoma tem uma evolução diferente e é um tumor agressivo com alto potencial de metástase, o que aumenta a letalidade em relação a outros tumores. Apesar de altamente curável por cirurgia em fase inicial, ele tem facilidade de produzir metástase e disseminar para outros órgãos, especialmente tecidos moles, como linfonodos, pulmão, fígado e cérebro. E quando ele se espalha o tratamento é mais complexo e em algumas situações o tumor não pode mais ser curado cirurgicamente”, afirma Danielle.

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